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›››As muretas ainda existem |
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O crescimento de nossa cidade é algo preocupante e merece um sistema rigoroso de proteção. É por isso que acreditamos que, para o secretário de Obras, não será uma tarefa difícil convencer os moradores e proprietários, enviando fiscais para notificá-los sobre o uso ou construção de muretas sobre calçadas ou passeios, dessas que saem dos muros ou paredes, cortam o passeio em diagonal, para desviar a água de chuva, jogando-a sobre o asfalto.
O preocupante é que esse sistema aumenta consideravelmente por toda parte, e quando disse que não será difícil para o secretário de Obras e seus fiscais, sobre convencer os moradores, me refiro ao fato de notificá-los, fazendo-os cientes dos problemas agravantes causados por tal iniciativa, cuja solução seria, a curto prazo, a substituição imediata dessas muretas por canaletas, com grades de ferro, niveladas com os passeios ou calçadas, diminuindo com isso, o número de acidentes. São inúmeros os casos de quedas de pessoas de todas as idades e, principalmente as pessoas idosas, obesas, míopes, crianças...
O que estamos relatando é procedente de vários pedidos de pessoas vítimas de dessas irregularidades, que tropeçam, caem, machucando pernas, joelhos, cotovelos, pancadas na testa e outras escoriações pelo corpo. Algo que pode ser evitado, caso o queira.
Nessa oportunidade faço alerta sobre buracos nas calçadas em vários locais, às vezes tão grandes que obrigam os pedestres a optarem pelo meio-fio ou mesmo o asfalto. Senhor secretário de Obras, nós acreditamos em vossa pessoa. Ponha mais fiscais para encarar este grande problema, rodando pela cidade e anotando os pontos críticos, no sentido de facilitar a vida de todos os cidadãos, inclusive os deficientes físicos que precisam andar com suas cadeiras de rodas sobre as calçadas.
Agradeço desde já.
Jerônimo J. Borges (Nego Maia) Jataí-GO |
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›››O vírus "ambientalista" |
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Qualquer medida arbitrária para a "proteção" do meio ambiente é aceita sem maiores questionamentos, já que os anúncios diários de catástrofes ambientais mergulharam-nos num estado de profundo terror. Tudo está infestado por radioatividade e substâncias venenosas: nosso ar, nossos alimentos, nosso leite, nosso vinho e nossa água subterrânea. É um milagre que não tenhamos partido desde há muito desta vida mortal. A campanha do terror encurralou a maior parte da população em uma espécie de fortim psicológico protetor, onde aguarda o próximo lance da "catástrofe ambiental".
O popular conceito de "desenvolvimento sustentável", pilar central da estrutura de crenças ambientalistas, não passa de uma nova roupagem do velho e surrado argumento malthusiano de inexistência de recursos naturais e a conseqüente incapacidade da biosfera para suportar a expansão dos benefícios da moderna civilização industrial a todos os povos e países deste planeta - sugestão que é tanto histórica e cientificamente injustificável, quanto moralmente inaceitável.
Desafortunadamente, o obscurantismo ambientalista tem vitimado muitas pessoas bem-intencionadas, que crêem sinceramente que estamos diante do "armagedom ambiental".
O financiamento do aparato ambientalista provém de uma vasta infra-estrutura constituída de mais de 1.000 fundações, famílias oligárquicas da América do Norte e da Europa, além de doações de empresas privadas e agências governamentais dos EUA, Canadá, Inglaterra e outros países.
A manipulação de argumentos de "proteção ambiental" para justificar o estabelecimento de estruturas legislativas de "governo mundial", baseada no argumento de que problemas ambientais não reconhecem fronteiras políticas.
No caso do Brasil, a estratégia da geopolítica anglo-americana se desenvolveu na sabotagem das possibilidades da expansão da infra-estrutura física, com hidrovias, ferrovias, estradas, grandes plantas de geração de energia etc. Já não somente na região do Prata, para o que é fundamental obstacularizar o sistema de hidrovias Paraná-Paraguai, mas também frear violentamente o desenvolvimento da região do cerrado e as vias de penetração civilizatórias para a região amazônica, como é o caso da hidrovia Araguaia-Tocantins. O projeto oligárquico anglo-americano é debilitar todos os vínculos de integração na qual ao mesmo tempo em que dificulta a existência humana na Amazônia, criando as condições simultâneas de despovoamento na região e desintegração nacional.
A grande maioria dos problemas que mostram as campanhas ambientalistas - principalmente os de alcance mundial, como o aquecimento global, o "buraco" na camada de ozônio e outros - não tem qualquer fundamento científico, sendo promovida por meio de meias verdades, supressão de evidências contrárias e, até mesmo, falsidades abertas.
Em verdade, a grande ameaça global provém das crescentes desigualdades socioeconômicos, concentradas das riquezas mundiais nas mãos de uma restrita parcela de privilegiados. Quanto à suposta crise ambiental, felizmente para a terra e a humanidade ela simplesmente não existe. Existem problemas ambientais em sua maioria de âmbito local ou regional, que podem e devem ser enfrentados e solucionados com o recurso à ciência, tecnologia mais eficiente, vontade política e sobretudo doses planetárias de bom senso.
Grande parte dos verdadeiros problemas ambientais decorre da falta de desenvolvimento. A falta de saneamento básico é uma das principais causas de poluição dos cursos de água nos países subdesenvolvidos.
Se alguém quiser conhecer verdadeiramente o que é poluição, que visite as favelas das grandes cidades do Brasil onde não há redes de esgoto, serviço de coleta de lixo ou fonte de água potável.
Quem quiser fazer algo para proteger o meio ambiente deve aplicar todos as suas capacidades ao imediato desenvolvimento do chamado terceiro mundo. Aí se necessita de tecnologia moderna para a produção e distribuição de energia, no setor de transportes, na indústria e na agricultura. Enquanto isto não for feito, tudo que se diga sobre proteção do meio ambiente não passará de uma farsa cruel.
Jessé Godoy de Assis - Jataí-GO |
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